Até outubro, 12 UFs geraram, com a carne de frango, receita cambial maior que a dos 12 meses de 2020

À exceção de Goiás, as 13 primeiras Unidades Federativas brasileiras (UFs) exportadoras de carne de frango acumularam neste ano, até outubro passado, receita cambial que já supera o total auferido em 2020.

O maior incremento, em termos relativos, ficou com Roraima, cuja receita, em 10 meses, é 312% superior à dos 12 meses de 2020. Já em moeda circulante a liderança fica com o Distrito Federal, que acumula US$34,5 milhões a mais que no total do ano passado. Goiás, a única exceção entre as 13 primeiras, deve reverter sua situação ainda em novembro, pois sua receita atual se encontra apenas 0,04% abaixo do total de 2020.

Neste ano, porém, 16 das 22 UFs que exportaram carne de frango entre janeiro e outubro (as mesmas 22 de 2020) registram expansão anual na receita cambial. Mas foram 15 as que aumentaram o volume. E, aqui, o caso mais expressivo, em termos relativos, é, novamente, o de Roraima, com incremento de 320% sobre idêntico período do ano passado.

Já em valores absolutos o maior aumento fica com o estado líder das exportações, o Paraná, que exportou, até o mês passado, 151 mil toneladas a mais que nos mesmos 10 meses de 2020. São 11% de incremento mas, para dar melhor ideia do que isso representa, é oportuno observar que o volume adicional exportado pelos seis estados ocupantes dos lugares subsequentes ao do Paraná (Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Goiás, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Mato Grosso) não chegou, somado, às 150 mil toneladas.

De toda forma, o bom desempenho registrado neste ano continua sendo puxado pelos três estados do Sul que, juntos, responderam por 68% das 334 mil toneladas a mais que em 2020 exportadas entre janeiro e outubro. Desse adicional, outros 16% couberam ao Centro-Oeste, enquanto o Sudeste respondeu por perto de 14%.

Em termos de participação sobre o total exportado, a situação permanece a mesma de meses anteriores, tanto em termos de volume quanto de receita cambial. Assim, o Sul se mantém isolado na liderança, respondendo por 78% do volume e da receita totais, sendo seguido pelo Centro-Oeste (12%/13%), Sudeste (7%/8%), Norte (0,23%/0,24%) e Nordeste (0,13%/0,16%). 

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