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Milho: mercado interno segue pressionado

Campinas, SP, 20/04/2017 |
Fonte: Notícias Agrícolas | Autor: Fernanda Custódio


No mercado interno, as cotações de milho permanecem pressionadas negativamente. Segundo levantamento realizado pelo economista do Notícias Agrícolas, André Lopes, em Sorriso (MT), a saca caiu 9,38% e terminou o dia a R$ 14,50. No oeste da Bahia, o preço recuou para R$ 28,50 a saca, com perda de 3,39%.

"A maior disponibilidade na temporada atual e a baixa liquidez continuam pressionando para baixo os preços do milho no mercado brasileiro. Em curto e médio prazos não estão descartadas quedas nos preços do cereal no mercado interno", destacou a Scot Consultoria nesta quarta-feira.

Além disso, a consultoria reportou que as cotações ainda podem ceder mais com a chegada da segunda safra ao mercado. Em muitos estados, os preços referentes à safrinha já estão abaixo do valor mínimo fixado pelo Governo para a saca do cereal.

Diante desse cenário, foi reportado no Diário Oficial da União nesta quarta-feira medidas de apoio à comercialização do cereal. Ao todo serão R$ 800 milhões para leilões de Prêmio Equalizador Pago ao Produtor (Pepro), Prêmio para Escoamento de Produto (PEP), compra de contrato de opção de venda e repasse de contrato de opção de venda.

Em contrapartida, o valor subiu 4,00%, com a saca do cereal a R$ 26,00 em Castro (PR). Já no Porto de Paranaguá, a cotação futura registrou alta de 1,72%, com a saca a R$ 29,50.

Enquanto isso, na BM&F Bovespa as cotações apresentaram um fechamento misto. As primeiras posições da commodity subiram entre 0,28% e 1,75%, com o maio/17 negociado a R$ 28,45 a saca e o setembro/17 a R$ 27,89 a saca. Já as posições mais longas recuaram entre 0,10% e 0,83%.

Além do apoio vindo das medidas de apoio à comercialização, as cotações também se sustentam na valorização cambial. Ainda hoje, a moeda subiu mais de 1,09% e finalizou o dia a R$ 3,1472 na venda. Conforme dados da Reuters, os investidores cautelosos diante da cena política e possíveis dificuldades que o Governo Temer terá para aprovar a reforma da Previdência no Congresso Nacional.




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