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Frango, ovo, milho e inflação em janeiro de 2018




Campinas, 07/02/2018 | 08:34

Fonte: AviSite | Autor: Redação

Responsável pelo acompanhamento mensal dos preços que resultam no IGP-DI, a própria Fundação Getúlio Vargas destaca: entre os cinco produtos que, ao nível do produtor, concorreram para que a inflação de janeiro de 2018 recuasse em relação ao mês anterior estão os dois produtos da avicultura, aves e ovos (os outros três foram soja em grão, leite in natura e carne bovina; mas o maior retrocesso foi registrado pelo ovo).

Em janeiro, o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) apresentou incremento de 0,58% em relação a dezembro, mês em que o índice havia aumentado 0,74%. Mas frango e ovo apresentaram desempenho inverso: o frango (vivo) sofreu queda de quase 5% em relação ao mês anterior; o ovo, de mais de 16%.

O fraquíssimo desempenho do ovo, aliás, é o que mais chama a atenção. Pois completou sete meses consecutivos de queda de preço. O que levou o produto a alcançar, em janeiro, valor menos de 180% superior ao registrado em meados de 1994, quando o real tornou-se o padrão monetário brasileiro. Como, nesse mesmo espaço de tempo a inflação acumulada (IGP-DI) ficou próxima de 555%, o preço do ovo em janeiro ficou, percentualmente, a apenas um terço da inflação. Ou 375,14 pontos percentuais abaixo do IGP-DI.

Embora não muito melhor, o frango vivo segue apresentando comportamento sofrível. Sua cotação, em janeiro, correspondeu a uma variação de 328,21% sobre 1994. Assim, ficou mais de 225 pontos percentuais aquém da inflação medida pelo IGP-DI. Além disso, após nove meses consecutivos, registra evolução menor que a do milho, que acumula variação superior a 350%.

Mas, voltando ao ovo, observe-se que nos seis meses decorridos entre março e agosto de 2017 apresentou índices de evolução de preços superiores aos do frango vivo, uma ocorrência rara no setor. Mas isso se perdeu a partir de setembro – embora o frango vivo não tenha registrado grande valorização desde então.



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