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Frango inspecionado: quem aumentou, quem reduziu?




Campinas, 20/12/2017 | 08:26

Fonte: AviSite | Autor: Redação

A compilação dos dados do IBGE relativos a 21 Unidades Federativas (UFs) brasileiras aponta que nos nove primeiros meses de 2017 menos da metade deles (somente dez) reduziu o abate de frangos. No entanto, por conta do aumento de produtividade das aves abatidas, apenas sete apresentaram redução no volume de carne produzida. Assim, globalmente, enquanto o número de cabeças abatidas recuou 1,34%, o volume de carne produzida aumentou 1,37%.

Um bom exemplo dessa ocorrência é observado no estado do Paraná, líder da produção brasileira, responsável por 31,35% da carne de frango produzida sob inspeção: o número de cabeças abatidas no Estado recuou 1,6%, mas, inversamente, o volume de carne proveniente desses abates aumentou perto de 3%. O que – conclui-se – decorre de um aumento de mais de 4,5% no peso médio do frango processado localmente. Mesmo assim, considerado o peso médio, o frango paranaense ficou na 14ª posição, pois seu peso foi cerca de 14% inferior ao do frango paraense – o mais pesado do Brasil, com 2,717 kg.

Responsáveis por, praticamente, 92% da carne de frango produzida no Brasil em estabelecimentos inspecionados, os oito principais estados produtores – pela ordem, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul – confirmam a tese de aumento da produtividade no setor. Pois, a despeito das reduções (marginais) do peso do frango abatido entre catarinenses, gaúchos e paulistas, o peso médio no grupo aumentou perto de 3,5% - acima, portanto, da média nacional de 2,74%.


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