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Desempenho das carnes na segunda semana de abril

Campinas, 18/04/2017 | 08:20
Fonte: AviSite | Autor: Redação

Ainda que tenham registrado alguma melhora na segunda semana de abril (9 a 15, quatro dias úteis), as exportações de carnes continuam evoluindo de forma mais lenta que a observada antes que ocorresse a atrapalhada divulgação da Operação da Polícia Federal um mês atrás.

Assim, a receita da semana, de US$58,008 milhões pela média diária, aumentou pouco mais de 2% em relação à semana inicial do mês. Mas a média registrada nos primeiros nove dias úteis de abril (de um total de 18 dias úteis) continua negativa, apresentando redução de 0,3% sobre o mês anterior e de 2,2% sobre abril de 2016.

À primeira vista esses índices de redução são irrisórios. Não custa lembrar, entretanto, que se referem à média diária e que abril corrente tem dois dias úteis a menos que abril de 2016 e cinco dias úteis a menos que março de 2017. Ou seja: mantida a média atual as perdas irão se elevar de maneira significativa.

E o que se desenha até aqui em termos de volume é um resultado negativo para as três carnes, tanto em relação ao mês anterior quanto a abril de 2016.

Para a carne suína, as 48,5 mil toneladas ora previstas significarão redução mensal de 11,58% e anual de 8,35%. Para a carne bovina, a confirmação da projeção de 74,9 mil toneladas representará redução de 23,75% no mês e de 13,45% no ano.

Já para a carne de frango, se alcançadas as 271,7 mil toneladas estimadas com base no que se exportou nos nove primeiros dias úteis de abril, o resultado será uma redução de 20,86% sobre o mês anterior e de 28,24% sobre abril de 2016.

Até aqui, o preço médio das três carnes continua apresentando significativa expansão em comparação ao que foi registrado em abril do ano passado: o da carne suína aumentou 43,64%; o da carne de frango, 18,62%; e o da carne bovina, 5,71%. Mas já é visível uma desaceleração em relação aos aumentos registrados até recentemente.


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