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Quinta-feira, 19/10/2017
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ESTATÍSTICAS & PREÇOS

Produção de Pintos de Corte
Milhões de Cabeças

20132014201520162017
JAN514,079525,441539,803560,408535,647
FEV477,792482,746495,889538,403494,423
MAR524,588497,620523,159561,478517,196
ABR516,465503,325527,185540,962508,875
MAI528,64521,531535,525542,145522,325
JUN492,081500,067552,167551,130526,325
JUL531,576542,826573,266514,831
AGO525,568532,452551,897546,836
SET495,703531,201555,216497,702
OUT532,843568,184581,602510,632
NOV482,037481,899497,604525,170
DEZ525,826544,371572,410560,266
TOTAL6.147,1986.246,0276.505,7236.449,9643.105,300

6,59% menos pintos de corte no 1º quadrimestre de 2017

Comparativamente ao mesmo mês do ano anterior, o volume de pintos de corte produzidos no Brasil em abril de 2017 voltou a apresentar redução, como já havia ocorrido nos quatro meses anteriores, isto é, desde dezembro de 2016. 

Em abril, de acordo com a APINCO, foram produzidos cerca de 508,875 milhões de pintos de corte, resultado que significou queda anual de, praticamente, 6%. 

Nominalmente, esse volume também recuou em relação ao mês anterior, março de 2017, sendo 1,61% menor. Porém, analisada sob o ângulo da média diária, a produção de abril aumentou 1,67%. Mesmo assim, permaneceu aquém dos 17 milhões de cabeças/dia. Foi, aliás, o sexto menor volume dos últimos 24 meses.

Com o último resultado, o acumulado no primeiro quadrimestre de 2017 ultrapassou ligeiramente os 2,056 bilhões de cabeças, retrocedendo 6,59% em relação a idêntico período de 2016. Mas, pela média diária, a redução ficou em 5,81% já que 2016, ano bissexto, teve um dia a mais.

O acumulado em 12 meses, por sua vez, se encontra pouco além dos 6,3 bilhões de pintos de corte, apresentando redução nominal de 4,77% em relação a idêntico período anterior. Ou de 4,51% se considerado o volume médio diário.

Vale acrescentar que, em valores anualizados, esse também foi o menor volume dos últimos 25 meses. Ou seja: o que foi produzido entre maio de 2016 e abril de 2017 está acima, apenas, do total acumulado nos 12 meses encerrados em março de 2015 – perto de 6,285 bilhões de cabeças. 

Considerado o caminhar errático da economia e do País, as previsões perdem sentido. Aceito, porém, o comportamento médio do setor nos últimos 16 anos (2001/2016) – produção do primeiro quadrimestre correspondendo a 32,08% do total anual – o volume de 2017 será pouco superior a 6,4 bilhões de pintos de corte, recuando entre meio por cento a 1% em relação a 2016. 

Naturalmente, isso implica em um significativo aumento da produção de maio em diante. Pois enquanto a média dos quatro primeiros meses do ano situou-se em torno dos 514 milhões de pintos de corte, o volume de 6,4 bilhões solicita pelo menos 543 milhões de cabeças mensais entre maio e dezembro.

Como, neste caso, o incremento é de apenas 5,6%, não é impossível alcançá-lo. Mas ele solicita produção maior que a de idêntico período de 2016 - 531 milhões de cabeças mensais entre maio e dezembro do ano passado.

As condições de produção (leia-se: custos) são agora mais favoráveis que as de 2016. Mas as condições de consumo – interno e externo – enfrentam crescente deterioração. E isso, parece, tende a determinar índices de redução bem superiores ao meio por cento a 1% ora sugeridos pelo comportamento clássico do setor.

Fonte: APINCO
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